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Associação dos Geógrafos Brasileiros - 116ª RGC – Porto Alegre/RS – 01, 02 e 03 de novembro de 2013.
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116ª RGC – Porto Alegre/RS – 01, 02 e 03 de novembro de 2013.

Ata da 116ª Reunião de Gestão Coletiva da AGB – Porto Alegre/RS – 01, 02 e 03 de novembro de 2013.

 (FALTA APROVAÇÃO DESTA ATA NA 117ª RGC)

Seções credenciadas: Belo Horizonte, Campinas, Curitiba, Dourados, Florianópolis, Marechal Cândido Rondon, Maringá, Niterói, Porto Alegre, Presidente Prudente, Rio de Janeiro,  São Paulo, Vitória.

Seções que enviaram justificativa de ausência: Belém, Catalão, Pró-Seção São Luís e Três Lagoas.

Presentes: Andréa Ketzer Osorio – AGB Porto Alegre; Lara Schmitt Caccia – AGB Porto Alegre/DEN; Evelin Cunha Biondo – AGB Porto Alegre/DEN; Guilherme Magon Whitacker – AGB Presidente Prudente; Orlando Cesar Berbeiro Junior – AGB Maringá;  Zenóbio  Sales Pinheiro Júnior – AGB Maringá; Douglas Cristian Coelho – AGB Marechal Cândido Rondon; Felipe Wathior Dallagnol – AGB  Marechal Cândido Rondon; Lya Moret Boynard - AGB Niterói; Luciana Terra Manzan Queiroz – AGB Belo Horizonte; Daniela Lopes de Carvalho – AGB Belo Horizonte; Guilherme Antunes Abijaldi – AGB Belo Horizonte; Thalismar Matias Gonçalves – AGB Vitória; Bruno Ricardo do Nascimento – AGB Vitória; Tarso Germany Dornelles – AGB Porto Alegre; Igor Dalla Vecchia – AGB Porto Alegre; Pedro Luiz Damião – AGB São Paulo; Renan Wilians de Freitas – AGB Porto Alegre; Michelle Correa da Silva – AGB Curitiba; João Marcelo Vela – AGB Florianópolis/ DEN; André Tinoco de Vasconcelos – AGB Niterói; Renato Emerson dos Santos – AGB Rio de Janeiro/DEN; Maíra Bueno Pinheiro – AGB São Paulo; Lívia de Seixas Corigliano – AGB Florianópolis/DEN; Angelo Menegatti – AGB Curitiba/DEN; Gustavo Henrique Beraldino Teramatsu – AGB Campinas; Marília Guimarães Rathmann – AGB Porto Alegre/DEN; Isabella Vitória Pedroso – AGB Rio de Janeiro; Lucimar Fátima Siqueira – AGB Porto Alegre/DEN; Bruno Silveira – AGB Porto Alegre; Renata Ferreira da Silveira – AGB Porto Alegre/DEN; Dilermando Cattaneo da Silveira – AGB Porto Alegre.

1.     Abertura

Aprovada a ata da 115ª RGC, São Paulo/SP, com pequena alteração sugerida pela Seção São Paulo, nos informes das locais.

Informes das Locais.

Maringá – Informam sobre processo eleitoral da nova gestão, que ocorrerá em 06/11/2013. Relatam problema envolvendo a Estação Climatológica de Maringá e encaminharam moção de repúdio para ser aprovada nesta RGC. Organização, juntamente com o Departamento de Geografia, da 12 ª Semana Geográfica da UEM.

Marechal Cândido Rondon – Participação em reunião no Ensul juntamente com as Seções Dourados, Campo Grande, Três Lagoas e São Paulo, visando iniciar a organização de um futuro GT envolvendo a AGB e a Questão Indígena. Divulgarão mensagem na lista da AGB interseções, solicitando a incorporação de novos associados indicados somente através das Seções Locais da AGB, pelo seu e-mail institucional, na lista interseções.  Organizaram a oficina “Abordagem do professor de Geografia sobre a questão indígena”, na Semana Acadêmica da Universidade. Publicaram, em setembro, mais um número do periódico da Geografia em Questão.

São Paulo – Após um período em assembleia permanente, passaram por processo eleitoral em outubro. Em setembro, realizaram reunião aberta para construção do CBG e estimularam a criação destas reuniões em outras locais. Em julho, firmaram parceria com o IEB/USP e promoveram a oficina de catalogação e conservação de materiais bibliográficos. O IEB produziu um material básico sobre o tema e a Local o disponibilizará na lista AGB interseções. Participação, em Julho, no Tribunal Popular do Nordeste, juntamente com a Seção Recife. Participação no Ensul.

Vitória – Organizaram no último trimestre, 3 reuniões da comissão local de organização do CBG, juntamente  com o Departamento de Geografia e com o Centro de Ciências Humanas e Naturais. Criaram a página da Seção Vitória (<www.agbvitoria.org.br>). Em julho, ocorreu o Simpósio Brasileiro de Geografia Física, o qual a Seção apoiou.

Porto Alegre – Relatam a organização de diversos eventos. Participação no Bloco de Lutas pelo Transporte Público. Contato com a Associação de Geógrafos Profissionais a partir de deliberação da 115ª RGC.

Florianópolis – O Encontro Estadual de Geografia, marcado para novembro de 2013, foi adiado para abril de 2014. A partir da deliberação da 115a RGC, contataram Aprogeo/SC, que está desativada e tentam estabelecer contato com o Sindicato dos Bacharéis em Geografia.

Presidente Prudente – Estão reativando a Seção e contam com sede dentro do câmpus da Universidade. Tentam aumentar o qualis do Caderno Prudentino de Geografia, que atualmente é B2. Organizaram a Semana de Geografia em agosto. 

Campinas – Publicaram terceiro volume do Boletim Campineiro de Geografia  ( agbcampinas.com.br/bcg ). Apoio à Semana de Geografia, que realizar-se-á em novembro, e ao X Enanpege. Buscam ampliar o debate com Rio Claro e Sorocaba através de reuniões itinerantes.

Dourados – Publicaram notas de repúdio aos indígenas assassinados na região. Organização do XXI Ensul - Encontro Sul-mato-grossense de Geografia, e do 5º Eregeo, em junho, Apoiaram as manifestações da ocupação da Câmara Municipal de Dourados. Prestaram homenagem ao curso de Geografia pelos seus 30 anos, através da memória de Mario Geraldini, falecido esse ano.

Belo Horizonte  - Participação nas manifestações de junho, com apoio aos movimentos sociais e na  Assembleia Popular Horizontal, através de apoio técnico, material e político. Apoiam as ocupações urbanas da Região Metropolitana de Belo Horizonte Eliana Silva e William Rosa, nomeada em homenagem ao geógrafo falecido este ano, e a Ocupação Luiz Estrela. O Boletim Mineiro de Geografia está com chamada aberta e terá como temática “Dossiê Willian Rosa”.

Niterói – Realização do VIII Encontro Estadual de Professores de Geografia “Ser professor de Geografia no país da copa”, entre 11 e 13 de outubro, em Angra dos Reis/RJ, juntamente com a Seção Rio de Janeiro.

Curitiba – Realização do Encontro Curitibano de Geografia, em 2 e 3 de dezembro. Retomada da Revista Paranaense em versão eletrônica. A Local está sendo despejada da UFPR, pois o campus está passando por reformas. O CREA ofereceu um espaço, porém a Local não aceitou a proposta. Está ocorrendo aproximação com a Assembleia Popular de Curitiba e Região Metropolitana.

Rio de Janeiro – Realização do VIII Encontro Estadual de Professores de Geografia “Ser professor de Geografia no país da copa”, junto com a Seção Niterói.

Deliberou-se inverter a pauta, privilegiando agrupar os debates acerca do CBG após a finalização das outras pautas.

 

2.     Comunicações

Apresentou-se o AGB em Debate, que conta com 3 textos diagramados. Aprovou-se o envio imediato do número de novembro de 2013 do AGB em Debate, com a inclusão de breve editorial contendo os objetivos da comunicação, relembrando que o envio de propostas é de fluxo contínuo. Esta chamada também deverá ser estimulada através da lista AGB-Interseções.

A partir de deliberação da 115RGC, sobre a criação de uma mala direta, a Seção Marechal Cândido Rondon apresentou contatos institucionais do sul do Brasil. Evelin (DEN) estabelecerá contato com as Seções Locais, através de seus endereços eletrônicos institucionais, relembrando os compromissos assumidos, bem como convidará outras Locais que queiram contribuir neste levantamento, que tem por objetivo ampliar os contatos da AGB e divulgar as ações realizadas. Deverão ser indicados endereços pertinentes à academia, Estado e movimentos sociais. Solicita-se que as Locais que tenham contatos já estabelecidos façam as indicações dos endereços. Nesta RGC, as Seções Presidente Prudente, Maringá e Dourados assumiram o compromisso em coletar contatos de movimentos sociais. A Seção Campinas fará o levantamento acerca da academia e São Paulo os endereços referentes ao Estado.

A Seção Vitória relatou sobre a organização da Comissão de Ouvidoria e Comunicação, lembrando que a Comissão de Ouvidoria inicia seus trabalhos após o lançamento da página do CBG. Ressaltam a necessidade de endereço eletrônico próprio e que a página do CBG deverá ser clara e funcional, minimizando parte do trabalho da Ouvidoria. O Coletivo de Comunicação da DEN está inserido nessa comissão e as Seções Juiz de Fora e Belo Horizonte, a partir de deliberação anterior em RGC, devem estabelecer contato diretamente com a Seção Vitória. Esta comissão iniciou a busca de possibilidades para o site do CBG. Encontraram três possibilidades: A) readequação do sistema do ENG 2012 a partir da contratação de programador; B) Início da construção de um novo sistema; C) Contratação de empresa prestadora de serviços já especializada em eventos.

No debate foram levantados prós e contras em relação a cada uma das possibilidades, tanto quanto ao custo financeiro da escolha, quanto ao seu custo político para a entidade. Os certificados foram elencados como o ponto de maior custo político à entidade.

A partir dos debates realizados sobre a proposta de construção do sistema de informações a ser empregado no VII CBG, encaminharam-se as seguintes proposições:

1) Aproveitamento do sistema de 2012 a partir da contratação de programadores, desde que seja  viável financeiramente, ou seja, que a discrepância em relação ao valor da terceira proposta seja mínimo. Caso, a partir das propostas levantadas, haja uma margem inadequada opta-se diretamente  pela terceira opção.

2) Início de novo sistema a partir  da contratação de programadores.

3) Contrato com empresa prestadora de serviços para eventos.

Proposta 1 recebeu 6 votos (Maringá, Marechal Cândido Rondon, Porto Alegre, Florianópolis, Dourados, Belo Horizonte), a segunda não recebeu votos e a terceira proposta recebeu 5 votos (São Paulo, Vitória, Presidente Prudente, Campinas e Niterói). Portanto, decidiu-se pela primeira opção. Renan Freitas ficará responsável por novos orçamentos para complementação daqueles já existentes e tem como prazo 10/11/2013 para apresentá-los a Comissão de Comunicação.

Ainda, deliberou-se: deve-se continuar o processo de apropriação das ferramentas já existentes na AGB; o processo de contratação e construção do site deverá ter acompanhamento jurídico; manutenção da frequência mínima de 75% nos EDPs, mantendo-se a distribuição de certificados específicos para a apresentação de trabalhos; e o banco de dados dos encontristas gerado pelo CBG não deverá ter utilização externa à AGB.

 

3.     Relação AGB-Estado

A partir dos relatos de cada Local, verificou-se que as Seções Niterói e Curitiba não possuem pendências nos processos de regularização das Seções Locais.

Marechal Cândido Rondon – possuem estatuto, mas não está regularizada na Receita Federal. Enviarão o estatuto da Local à assessoria jurídica da AGB.

Maringá – Estatuto aprovado em outubro de 2013 e já passou por revisão jurídica. Procuram regularização frente a Receita Federal. Os associados, em assembleia, ainda não optaram pela criação ou não de um CNPJ para a Local.

Vitória – Estatuto está adequado ao código civil e possui registro em cartório. As últimas gestões não registraram as diretorias em cartório. Além disso, possuem uma dívida com a Receita Federal e isso os impossibilita abrir contas bancárias pela Local.

São Paulo – Solicitam assessoria contábil. Estão em processo de regularização cartorial e bancária, visto o recente processo eleitoral.

Porto Alegre – Estatuto está regularizado e não possuem problemas com cartório e banco. Porém, entrarão em contato com a assessoria contábil para regularizar as prestações de contas à Receita Federal dos exercícios de 2012 e 2013.

Florianópolis – Discutem o estatuto. A última gestão registrada em cartório foi em 1998 e não conseguem atualizar seus dados na Receita Federal.

Presidente Prudente – Possuem estatuto, CNPJ e conta regularizados. Estão em contato com a assessoria contábil para resolver problema com a Receita Federal, pois possuem um ano de imposto de renda em débito.

Campinas – Receberam orientações sobre as opções contábeis e jurídicas e solicitam auxílio dessas assessorias.

Dourados – Estatuto está adequado ao código civil e possui registro em cartório. Estão em contato com a contadora para emissão do CNPJ digital, porém a última gestão registrada na Receita e declaração de imposto foi em 1996, o que tem dificultado o processo.

Belo Horizonte -  Estão em processo de regulação na Receita Federal, pois gestões anteriores não foram registradas. Necessitam assessoria contábil.

 

4.     Relação Locais-Nacional

Renato (DEN) informa que há alguns meses agebeano de Salvador retomou contato com a DEN, não ocorria nenhuma mobilização para reativar a Local desde 1990.

Uma Comissão Pró-AGB vem atuando em Alfenas. Após a leitura de um texto enviado por esta comissão, foi aprovada pela RGC a criação da Seção Local Alfenas.

Lucimar (DEN) informou que tem contato com o agebeano Marcelo, e tentam iniciar um grupo Pró-AGB para fundação de uma Seção Local em Pau dos Ferros.

Pedro informa que a Seção São Paulo se propôs no último ENG a realizar um mapeamento sobre as Seções Locais. Porém, não há todos os dados para iniciar o trabalho e somente 4 locais responderam ao diagnóstico lançado na lista AGB-interseções. Enviarão nova chamada à lista, solicitando que cada Seção responda os seguintes itens: Sobre o associado – nome, município de residência, categoria, endereço eletrônico; sobre a Local: valor da anuidade, publicações próprias e valores, regularização da Local junto à Nacional.

 

5.     Grupos de Trabalho

A Comissão de GTs da DEN apresentou para apreciação a relatoria do Fórum de GTs, incluindo notas e chamadas feitas pelo coletivo. O documento foi aprovado pela 116a RGC.

A Comissão de GTs do VII CBG proferiu leitura da ementa preparada. A partir dos debates, foi proposto o seguinte encaminhamento para votação: Quem poderá propor GTs no VII CBG: 1 - Somente Seções Locais – 8 votos (Marechal Cândido Rondon, Vitória, Porto Alegre, Florianópolis, Presidente Prudente, Dourados, Belo Horizonte e Niterói); 2 - Seções Locais e associados à AGB – 1 voto (Maringá); abstenções de São Paulo e Campinas.

Portanto, somente as Seções Locais da AGB poderão propor GTs no VII CBG. Deliberou-se ainda que não haverá aprovação/reprovação de proposições de GTs. É função da Comissão de GTs sistematizar as propostas. Na chamada para o envio de proposta de GTs deverá ser explicitado que Seções Locais da AGB podem propor de forma conjunta GTs. As Seções Locais proporão GTs para o CBG e, caso haja afinidade temáticas e ementas, a Comissão de Articulação de GTs da DEN, incitará o diálogo entre estas diferentes proposições, visando sua interação.

Quando ao formato em que ocorrerão no VII CBG deliberou-se que os GTs existirão nos dois primeiros dias a partir das proposições provenientes das Seções Locais. No terceiro dia deverá ocorrer momento de síntese proposto pela Comissão de GTs a partir de áreas/temáticas afins.  No quarto dia ocorrerá o II Fórum de GTs.

As propostas recebidas deverão conter título, ementa e ata da Seção Local. Esta deverá ser encaminhada tanto para a lista da AGB-interseções, visando sua divulgação, quanto para a Comissão de GTs do CBG, através de endereço eletrônico específico a ser criado oportunamente.

Um componente da Comissão de Articulação de GTs da DEN deverá compor a Comissão de GTs para o CBG. A ementa proposta para os GTs pelas Seções Niterói e Rio de Janeiro, que compõem a Comissão de GTs do CBG, foi aprovada e deve ser incorporada às deliberações desta RGC.

Relatos de GTs

Marechal Cândido Rondon - não há GT ativo na Seção.

São Paulo – GT/Comissão de Trabalho de Campo. Há interesse em retomar os GT de Ensino e de Urbana. Estão em articulação com outras Locais para formação de um GT sobre a Questão Indígena.

Vitória – Possuem três GTs ativos: Educação (realização de 2 mesas redondas relacionadas à formação continuada de professores), Ambiente (planejam atividade conjunta com a Seção Viçosa, na Semana de Geografia, em Viçosa/MG) e Urbana (participação na Conferência Estadual das Cidades e desenvolvem estágio supervisionado do bacharelado).

Presidente Prudente – Comissão de Ensino (participação na organização e na docência no Pré-Vestibular Rosa Luxemburgo, participação na Semana de Geografia, preparação de atividade de formação de professores), Urbana (participação na ocupação da Câmara Municipal através de uma palestra sobre mobilidade urbana) e Agrária.

Campinas – GT de Urbana (criado a partir da última assembleia da Local, participação na Conferência das Cidades). Projetam para o próximo ano o funcionamento de um GT de Ensino.

Dourados – não tem GT ativo, porém articulam a criação de um GT sobre a Questão Indígena.

Niterói – Possuem ativos os GTs de Ensino (promoção do Encontro Estadual de Professores de Geografia; com um texto enviado para a Terra Livre; pretendem realizar oficinas com professores), Urbana (discussão acerca da operação urbana-consorciada em Niterói, tentam construir uma mesa-redonda sobre essa temática) e Agrária (em conjunto com a AGB Rio de Janeiro, atuam nos conflitos em torno do Porto do Açu e do COMPERJ, com a barragem do Guapiaçu em Cachoeiras do Macacu).

Curitiba – GTs de Educação (sem atividades desde junho, pretendem retomar através do debate do curso na UFPR) e Assuntos Profissionais (reuniões são chamadas por um associado, o que dá um caráter mais fechado ao grupo, a Local tem solicitado a ampliação dos convites e relatos).

Rio de Janeiro – GTs de Ensino (Encontro Estadual de Professores de Geografia), Agrária (em conjunto com AGB Niterói), Urbana (tem atuado fortemente em relação às manifestações, remoções e impactos).

Maringá – GTs de Agrária (em contato com o MST) e Urbana (em contato com ocupação no Jardim Atenas). Em outubro foram à campo nos 2 GTs.

Porto Alegre – Comissão de Ensino e Educação Popular (Jornada pedagógica em outubro, em Erechim/RS, juntamente com a Semana Acadêmica da UFFS) e Comissão de Movimento Urbano.

Florianópolis - Comissão de Urbana (assessoria técnico-política nas ocupações Contestado e Palmares).

Belo Horizonte – retomada do GT de Urbana.

 

6.     Assuntos Profissionais

Lucimar (DEN) relata que os nomes dos representantes da AGB foram enviados para o Confea. Porém, nenhum destes recebeu convite para participação de evento ocorrido em Gramado/RS. Para participar havia a necessidade ou de indicação ou de participação nas atividades preparatórias. Informou que poucas Seções Locais possuem o GT de Assuntos Profissionais.

Informa sobre a inclusão do geógrafo em diferentes editais para concursos públicos. Deliberou-se por avançar no debate sobre a criação da carreira de geógrafo dentro da reformulação das carreiras nos ministérios. Para iniciar o debate e construção estão as Seções Maringá, Curitiba e a Comissão de Urbana de Florianópolis. A AGB São Paulo lançará chamada no grupo de assuntos profissionais referentes à carreira do geógrafo (bacharel e licenciado), incluindo na mensagem documentos pertinentes a esses profissionais.  A AGB Curitiba, enviará sistematização de informações sobre as regulamentações pertinentes ao geógrafo no Estado do Paraná. Indica-se a necessidade de aprofundar este debate no VII CBG.

 

7.     Prestação de Contas e Política Financeira

Lara (DEN) apresentou a prestação de contas do último trimestre (maio a setembro de 2013) da Diretoria Executiva Nacional da AGB para aprovação. Sem nenhum destaque, a prestação de contas foi aprovada. Reforçou as orientações sobre o procedimento de assessoria contábil e informou que os talonários de 2014 já estão disponíveis e serão distribuídos durante a RGC para as Seções presentes quites com a prestação de contas e para aquelas outras que desejarem, desde que tenham prestado contas.

Foram apresentadas as as prestações de conta dos últimos ENGs (Porto Alegre e Belo Horizonte), visando subsidiar as discussões acerca do CBG.

 

8.     Relação da AGB com outras entidades e com os encontros setoriais

Renato Émerson informou sobre o contato recebido da Funai/ CGID (Coordenação Geral de Identificação e Delimitação) que reconhece o trabalho dos geógrafos, principalmente através dos laudos ambientais dentro do processo de identificação e delimitação de terras indígenas. A proposição inicial da Funai/CGID é de buscar junto à AGB maior participação de geógrafos nos GTs multidisciplinares, trabalho que é realizado de forma voluntária, com recebimento de diárias e custos de deslocamento. Deliberou-se que a AGB participará de seminário proposto e financiado pela Funai em Brasília. Deverão participar Renato e mais três agebeanos indicados a partir da articulação das Seções São Paulo, Dourados e Marechal Cândido Rondon, com divulgação no interseções de um convite à ampliação do grupo. A nota deverá ser lançada uma semana após o término desta RGC e terá o prazo de 1 mês como limite para recebimento de propostas. A partir dessa nota será iniciado um banco de dados de geógrafos interessados na questão indígena e dispostos a participar do debate, disponíveis a produzir laudos conjuntamente com a Funai. Esta participação se dará de forma individual, visto que é o geógrafo que assina cada laudo e não a AGB.

Foi relatada a participação da AGB no Simpurb. Refletiu-se que as Locais tiveram uma inserção delicada, pois a AGB incorporou-se já com o processo de organização em andamento. Deliberou-se a solicitação de relatos das atividades realizadas para este Simpurb através da comissão indicada pela AGB visando subsidiar o debate sobre a continuidade da participação da entidade na organização do Simpurb.

A partir deste debate, deliberou-se que deverá haver a inserção de relatos de representantes da AGB em outros fóruns nas RGCs. A Comissão de Articulação de GTs será a responsável por receber e agrupar estes relatos.

 

9.     Estatuinte

As Seções São Paulo, Vitória e Porto Alegre iniciarão a criação de um grupo de estudos sobre o estatuto da AGB, preparando material de subsídio para debates nas Seções Locais, construindo acúmulo e divulgando o material elaborado até a próxima RGC.

 

10.  VII Congresso Brasileiro de Geógrafos

Foram realizados os relatos do andamento dos trabalhos nas comissões do CBG. A partir disso, sobre a nova data do VII CBG existiram 2 propostas: 1 – de 10 a 16 de agosto de 2013; 2 – janeiro de 2015; A proposta 1 recebeu 10 votos (Campinas, Belo Horizonte, Vitória, Maringá, Curitiba, Marechal Cândido Rondon, Niterói, Rio de Janeiro, Dourados, Presidente Prudente). A proposta 2 recebeu apenas 1 voto (São Paulo) e 2 seções abstiveram-se (Porto Alegre e Florianópolis). Portanto, o VIII CBG deverá ocorrer entre 10 e 16 de agosto de 2013, em Vitória/ES.

Foi aprovada a ementa proposta para os ESCs. As demais ementas ficam sob responsabilidade de cada comissão e solicitou-se um esforço destas comissões para finalização das ementas de Trabalho de Campo, Mesa Redonda e Manifestação.

A Comissão de Alojamento deverá resgatar os textos produzidos para os últimos ENGs para construção de cartilha contendo tanto a proposta política quanto assuntos específicos, como o uso e conservação destes espaços, a ser apresentada na próxima RGC para subsidiar os debates acerca da proposta política de alojamento no evento.

A AGB, através da Comissão de Manifestação, deverá construir proposta de aula pública, a ser avaliada em RGC. Sua divulgação e convites à participação na atividade deverão se estender a todos.

Há um edital para concurso da arte do CBG, porém ele não foi lançado no agbinterseções. Devido aos prazos reduzidos e à não divulgação do edital sobre a arte do evento, deliberou-se a indicação de Renan (AGB – Porto Alegre), como responsável pela elaboração da arte do evento em diálogo com a Seção Vitória. Esta deverá estar finalizada em 23 de novembro de 2013.

Indicou-se a realização de uma apresentação cultural na abertura do evento.

Na definição das Seções Locais responsáveis pela Comissão dos EDPs, Porto Alegre condicionou a participação na Comissão à divisão do trabalho com outras Locais. Florianópolis e Curitiba se comprometeram a integrar a Comissão. Vitória, através da Comissão de Infraestrutura, e São Luís se comprometem a assumir parte das tarefas desta Comissão durante os dias de EDPs no CBG. Esta Comissão deve construir ementa dos EDPs, incluindo proposta de formato e organização.

A Seção Vitória agrupará e enviará os relatos das comissões existentes no ENGs anteriores para as Seções Locais que compõe as atuais comissões.

A Seção Belo Horizonte ausenta-se temporariamente da 116a RGC.

Foi deliberado que associados da AGB, independentemente da Seção Local, podem compor comissões locais. A partir disso e da inserção de outras Seções, a atual composição das comissões ficou assim distribuída:

(I) Comissão Local do CBG (Vitória); (II) GTs (Rio, Niterói, Catalão, Aracaju e Recife); (III) ESCs (Dourados, indicativo de Presidente Prudente, aguardando resposta da Assembleia da Local); (IV) TCs (Vitória e Belo Horizonte e São Paulo); (V) MRs (São Paulo e Campinas); (VI) Infraestrutura (Vitória e Belo Horizonte); (VII) Alojamento (Vitória, Belo Horizonte e Lara – AGB Porto Alegre/DEN); (VIII) Monitoria (Belém, Marechal Cândido Rondon, Vitória e São Luís); (IX) Comunicação e Ouvidoria (Juiz de Fora, Vitória, Belo Horizonte, São Luís e Lucimar – AGB Porto Alegre/DEN); (X) Atividades Culturais (Vitória e Recife); (XI) Manifestação (Vitória, Maringá, São Paulo e São Luís); (XII) Identidade Gráfica (Curitiba, Belo Horizonte e Renan – AGB Porto Alegre); (XIII) EDPs (Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba).

A Seção Florianópolis ausenta-se permanentemente da 116a RGC.

Para a definição de Eixos Temáticos e Mesas Redondas do VII CBG, iniciou-se com os relatos trazidos por cada Seção Local. A partir de proposição da Seção São Paulo encaminhou-se as seguintes propostas para votação sobre os eixos temáticos do VII CBG: O VII CBG será organizado a partir de 2 eixos/enfoques temáticos, cada um em um dia do evento. O sim recebeu 1 voto (São Paulo), o não 7 votos (Dourados, Rio de Janeiro, Niterói, Maringá, Vitória, Presidente Prudente e Curitiba) e Porto Alegre, Marechal Cândido Rondon e Campinas abstiveram-se.

A Seção Maringá ausenta-se permanentemente da 116a RGC

Realizou-se um esforço de síntese temática das propostas elencadas incorporando, ainda, as propostas de novos nomes a partir dos presentes na RGC. Além disso, neste primeiro momento, escolheu-se não limitar o número de eixos presentes no CBG, pois entendeu-se que estes não estavam relacionados a priori com o número de Mesas Redondas.

O primeiro Eixo continha 4 propostas de nomes colocadas em votação: 1 – Passado e futuro: a AGB e a formação política do geógrafo – nenhum voto; 2 – No tempo e no espaço: a AGB e a formação política do geógrafo – 5 votos (Campinas, Niterói, Curitiba, Vitória e Presidente Prudente); 3 – A formação política do geógrafo: afios e desafios para a AGB  - 1   voto (São Paulo); 4 – A AGB e a formação política do geógrafo – 3 votos (Porto Alegre, Dourados e Marechal Cândido Rondon). Definiu-se, portanto, a segunda proposta como Eixo do VII CBG.

A Seção Belo Horizonte retorna à 116a RGC.

O segundo eixo continha 3 propostas de nomes colocadas em votação: 1 – Processo de reestruturação da educação no Brasil: e a Geografia com isso? – 1 voto (Niterói); 2 – Caminhos e descaminhos da educação no Brasil: e a Geografia com isso? – 3 votos (Marechal Cândido Rondon, Campinas e Dourados); 3 – A Geografia e as mudanças no mundo da educação – 4 votos – (Porto Alegre, Vitória, São Paulo, Curitiba) e abstenções de Presidente Prudente e Belo Horizonte. Definiu-se “A Geografia e as mudanças no mundo da educação” como o segundo Eixo do CBG.

O terceiro Eixo contou apenas com a proposta: “A ciência geográfica e o diálogo de saberes”, que foi aprovada.

O quarto Eixo continha 3 propostas de nomes colocadas em votação: 1 – A Geografia dos de baixo – nenhum voto; 2 – Geografia e movimentos de insurgência e emancipação – 2 votos (Niterói e São Paulo); 3 – A Geografia e as lutas sociais: ação direta e/ou luta institucional? – 2 votos (Campinas e Dourados); 4 – Ação direta e/ou luta institucional? – 2 votos (Porto Alegre e Curitiba); 5 – As geografias das lutas e resistências – 1 voto (Marechal Cândido Rondon); e abstenções de Belo Horizonte e Vitória. Devido ao empate na votação entre as proposições, procedeu-se um segundo turno somente com as propostas empatadas: 2 – Geografia e movimentos de insurgência e emancipação – 3 votos (Marechal Cândido Rondon, Niterói e São Paulo); 3 – A Geografia e as lutas sociais: ação direta e/ou luta institucional? – 2 votos (Campinas e Dourados); 4 – Ação direta e/ou luta institucional? – 2 votos (Porto Alegre e Curitiba); e abstenções de Belo Horizonte e Vitória. Portanto, o quarto Eixo temático do CBG será “Geografia e movimentos de insurgência e emancipação”.

Antes da votação do Eixo sobre grandes projetos, foi debatido se o tema “mobilidade urbana” estaria dentro do Eixo de grandes projetos? O sim recebeu 3 votos (Marechal Cândido Rondon, Campinas e Vitória), o não 4 votos – (Porto Alegre, Niterói, São Paulo, Curitiba), com abstenções de Belo Horizonte e Dourados. Deliberou-se que a temática mobilidade urbana não estará incluída neste Eixo.

O quinto Eixo continha 3 propostas de nomes colocadas em votação: 1 – A Geografia do Estado: Grandes projetos territoriais – 4 votos (Porto Alegre, Marechal Cândido Rondon, Dourados e São Paulo); 2 - Grandes projetos de desenvolvimento e transformações no campo e na cidade  - 1 voto (Niterói); 3 - Grandes projetos de desenvolvimento, Estado e movimentos sociais: diferentes escalas de ação e realização – 2 votos (Belo Horizonte e Vitória); e abstenções de Campinas e Curitiba. Aprovou-se o Eixo “A Geografia do Estado: grandes projetos territoriais”.

Foi aberta uma rodada de proposições de novos Eixos em que se aprovava sua realização ou não. O quinto Eixo proposto foi “Espaço público e mobilidade urbana”. Em votação, foi aprovado por 7 votos (Porto Alegre, Marechal Cândido Rondon, Dourados, Belo Horizonte, Niterói, São Paulo e Curitiba), contra 2 votos contrários (Campinas e Vitória). Este eixo proposto continha 3 propostas de nomes colocadas em votação: 1 – Os movimentos sociais urbanos e o espaço – 1 voto (Belo Horizonte); 2 – Espaço público e mobilidade urbana – 3 votos (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo); 3 – Lutas sociais e espaço urbano – 4 votos (Marechal Cândido Rondon, Campinas, Dourados e Niterói); e abstenção de Vitória. Ficou definido “Lutas sociais e espaço urbano” como Eixo do CBG.

O sétimo Eixo colocado em votação abordava a temática de Geografia e gênero. Foi aprovado com 5 votos (Marechal Cândido Rondon, Vitória, São Paulo, Curitiba e DEN) e 4 votos contrários (Porto Alegre, Campinas, Dourados e Niterói) com abstenção de Belo Horizonte. Sobre o título do Eixo, em votação estavam: 1 – Geografia, cultura e natureza – 2 votos – (Marechal Cândido Rondon e Dourados); 2 – Geografia e a questão de gênero – 3 votos (Vitória, São Paulo, Curitiba); 3 – Indígenas, negras e trabalhadoras: o espaço da mulher no Brasil – 1 voto (Niterói); abstenções de Porto Alegre, Belo Horizonte e Campinas. Definiu-se o título como “Geografia e questão de gênero”.

O oitavo Eixo proposto colocado em votação foi “Subimperialismo brasileiro: América Latina e África”. Foi rejeitada sua realização por 5 votos (Porto Alegre, Marechal Cândido Rondon, Dourados, Belo Horizonte e Niterói) contra 2 votos para sua ocorrência (Campinas, Vitória e Curitiba) com  abstenção de São Paulo.

Por fim, propôs-se o eixo “Grandes projetos de infraestrutura” e, após duas rodadas de discussão e votações, o ponto continuou com as propostas sim e não empatadas, prevalecendo as abstenções e a proponente retirou a temática da votação.

Após as definições dos 7 Eixos, colocou-se em votação a possibilidade de alteração na redação dos títulos dos Eixos Temáticos aprovados na 116a RGC para o VII CBG, ficando esta proposta aprovada por 5 votos a favor (Dourados, Belo Horizonte, Niterói  e Vitória) e 2 votos contra (Porto Alegre e São Paulo). Marechal Cândido Rondon e Campinas abstiveram-se da votação. Iniciou-se a leitura dos eixos pré-definidos e, a partir dos destaques, foram sendo propostas alterações nos nomes dos eixos. O Eixo “A ciência geográfica e o diálogo de saberes” não recebeu destaque.

Para o primeiro Eixo “No tempo e no espaço: a AGB e a formação política do geógrafo” a alteração proposta foi “A AGB e a formação política do geógrafo”, recebendo 1 voto a favor (Porto Alegre) e 5 votos contra a alteração (Campinas, Dourados, Vitória, Curitiba e Niterói), mantendo-se o nome original. Marechal cândido Rondon, Belo Horizonte e São Paulo abstiveram-se da votação.

O segundo destaque foi para o Eixo “A Geografia e as mudanças no mundo da educação” com alteração proposta para “A Geografia e a educação no Brasil”, recebendo 3 votos a favor (Campinas, Belo Horizonte e Niterói) e 3 votos contra a alteração (Porto Alegre, Dourados e Curitiba). Marechal Cândido Rondon, Vitória e São Paulo abstiveram-se.

Foi deliberado, por 7 votos a favor (Porto Alegre, Dourados, Belo Horizonte, Vitória, São Paulo, Curitiba e Niterói) contra 1 voto (Marechal Cândido Rondon), que o destaque para ser aprovado necessita dos votos da maioria simples dos delegados e que seria refeita a votação anterior, visto que ela precede o novo encaminhamento. Abstenção de Campinas.

Em nova votação sobre a proposta do nome do Eixo ser alterado para “A Geografia e a educação no Brasil”, 4 votos foram a favor (Campinas, belo Horizonte, Niterói e Vitória) e 3 votos contrários (Porto Alegre, Dourados e Curitiba), alterando-se o nome do Eixo. Marechal Cândido Rondon e São Paulo abstiveram-se.

O destaque apresentado para o Eixo “Geografia e movimentos de insurgência e emancipação” foi retirado.

O destaque recebido para o Eixo “A Geografia do Estado: grandes projetos territoriais” tinha como proposta alteração para “Geografias dos grandes projetos territoriais”, que contou com 5 votos a favor (Campinas, Dourados, Niterói, Curitiba e Vitória) e 1 contra a alteração (Porto Alegre).  Marechal Cândido Rondon, Belo Horizonte e São Paulo abstiveram-se.

O eixo “Lutas sociais e espaço urbano” recebeu duas propostas de alteração, sendo a primeira para “Espaço urbano, mobilidade e lutas pela apropriação da cidade” que foi aceita com 5 votos a favor (Porto Alegre, Dourados, Belo Horizonte, São Paulo e Curitiba) e 1 voto contra (Campinas) e abstiveram-se Vitória e Niterói. O segundo destaque propunha o nome “Lutas sociais no campo e na cidade”, tendo recebido 2 votos a favor (Niterói e Vitória) contra 5 votos pela manutenção do nome (Porto Alegre, Campinas, Belo Horizonte, São Paulo e Curitiba) e Dourados absteve-se.

Por fim, o Eixo “Geografia e a questão de gênero” recebeu destaque para alteração para “Cultura, natureza e gênero na Geografia brasileira”, sendo a alteração reprovada por 6 votos (Dourados, Belo Horizonte, Niterói, Vitória, São Paulo e Curitiba) e nenhum voto a favor. Campinas e Porto Alegre abstiveram-se.

Portanto, os Eixos Temáticos que orientarão a construção das Mesas Redondas do VII CBG serão:

1 – No tempo e no espaço: a AGB e a formação política do geógrafo

2 - A Geografia e a educação no Brasil

3 - A  ciência geográfica e o diálogo de saberes

4 - Geografia e movimentos de insurgência e emancipação

5 - Geografias dos grandes projetos territoriais

6 - Espaço urbano, mobilidade e lutas pela apropriação da cidade

7 - Geografia e a questão de gênero

Deliberou-se que o VII CBG possuirá um teto orçamentário calculado a partir da projeção de arrecadação mínima proveniente das inscrições dos encontristas a ser definido na 117a RGC com os orçamentos prévios e projeções a serem apresentados pela AGB Vitória.

A partir das avaliações quanto aos custos políticos e financeiros, bem como pensando na desoneração de funcionalidade que o sistema de inscrições deverá abarcar, os certificados do VII CGB serão entregues durante o evento, em papel.

O calendário proposto para o VII CBG na 115a RGC, visto recente mudança de datas, deverá ser readequado, estendendo-se todos os prazos em 1 mês.

Como indicativo, ficam para a 117a, dentre outros assuntos: definição de mesas redondas e seus componentes, definição dos valores de inscrição no VII CBG.

 

11.  Publicações

Nenhuma das Seções Locais realizou proposta para a retomada do intercâmbio, interrompido por razões financeiras, da Terra Livre com outras revistas.

Foi deliberado que no VII CBG deverá realizar-se um Fórum de Editores, com pauta a ser aprovada na última RGC antes do CBG. A pauta deverá ser construída tanto pelo coletivo de publicações da DEN, quanto pelas Seções Locais que possuem publicações. Estas proposições devem ser encaminhadas na 117a RGC, para que haja debate nas Seções Locais sobre a pauta. Como indicativo de data do Fórum no CBG, deixa-se o dia de trabalho de campo ou o terceiro dia de GTs.

Deverá ser formulado conjuntamente projeto de extensão da AGB, através de Charlles da França Antunes e departamento de Geografia da USP, para retomada da comissão responsável pelo acervo da biblioteca da AGB, visando, ainda, a contratação de um bolsista.

 

12.  Outros assuntos

As moções de apoio à à Manutenção da Estação Climatológica Principal de Maringá (ECPM)  e a de apoio à  Ocupação William Rosa – Contagem (MG) e repúdio à ação da polícia de Minas Gerais foram lidas e aprovadas pela RGC.

As Seções Maringá, São Luís, Campinas e Dourados candidataram-se como sede da 117ª RGC. Foi necessário encaminhar para votação, com o seguinte resultado: Maringá – 1 voto (Curitiba), São Luís – 1 voto (Porto Alegre), Campinas – 4 votos (Campinas, Belo Horizonte, Niterói e São Paulo) e Dourados – 1 voto (Dourados). Portanto, a 117a RGC ocorrerá entre 31 de janeiro e 2 de fevereiro de 2014 em Campinas/SP.

 

Coletivo AGB-DEN 2012-2014

História da AGB


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Docs / SupportAqui você pode encontrar um pouco mais sobre a história da AGB e sua ata de fundação.

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Legislação / Estatuto


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Docs / SupportVeja aqui a legislação que regulamenta a profissão de geógrafo, o estatuto da AGB e como criar uma Seção Local da AGB.

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Contato


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