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Associação dos Geógrafos Brasileiros - 118ª RGC – Vitória/ES – 16, 17 e 18/05/2014
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118ª RGC – Vitória/ES – 16, 17 e 18/05/2014

Ata da 118ª RGC – Vitória/ES – 16, 17 e 18/05/2014

 

 

Seções Locais Credenciadas: Cuiabá; - Guslene Tertuliana; Dourados; - Alex Torres Domingues; Presidente Prudente; - Sydnei Cassio; Campinas; - Gustavo Henrique e Luciano Duarte; Vitória; - Jéssika Del Puppo, Douglas Rafael, Irlan Lima, Bruno Ricardo, Paulo Cesar, Ladislau Sanders e Maurício Sogame. São João Del Rey – Marina Eduarda; Alfenas; - Igor Rafael; Aracaju; - Shauane Itainhara; Maringá – Pedro Henrique; Londrina; - Thiago Cesar; Marechal Candido Rondon – Paulo Vitor; Niterói - André Tinoco e Lya Moret; Rio de Janeiro – Isabella Vitória; São Paulo - Eduardo Carlini e Caio Tedeschi; Catalão – Jairison da Paixão.

Seções Locais com representação, mas não credenciada: João Pessoa – Akene Shionara (não se credenciou porque os talonários ficaram dispersos e não deu pra fazer a prestação de contas).

Justificativas de Ausência: Juiz de Fora, Viçosa, Belo Horizonte, Curitiba, São Luis, Três Lagoas.

Diretoria Executiva Nacional: Renato Emerson, Paulo Alentejano; Thalismar; Daniel (Flecha); Vitor (Alemão).

 

 

1. Abertura

Ementa – Aprovação da Ata da 117ª RGC (Campinas/SP); Informes das Locais.

 

  • Destaques na Ata da 117ª RGC

Campinas – revisar a lista dos delegados (Marcel Esteves não esteve, incluir Gustavo Teramatsu; e colocar o nome completo de Márcio Cataia; nos informes das Locais, o BCG é B3 e não B2;

Niterói – no ponto 6, relação Locais-Nacional; está escrito que Campinas propôs substituir a associação por talonários por um sistema pela internet, a proposta foi de criação de um sistema complementar aos talonários.

Vitória – substituir Paulo César Júnior por Paulo Cesar Tesch; no ponto 4 (andamento dos trabalhos das comissões do CBG) está Flávio e Raquel, quando o correto é Ângelo e Thalismar;

 

  • Informe das Locais

Presidente Prudente – Informou que o membro da diretoria José Sobreiro foi obrigado a se desligar da diretoria por exigência da FAPESP para concessão de bolsa de doutorado; realizaram assembleia para divulgação do CBG, com boa participação.

Vitória – tem sido tomada pela organização do CBG; fez nota em apoio à greve dos professores da rede estadual; enviou ofícios a várias lideranças políticas (Secretários de Estado e Deputados Estaduais) reivindicando a revisão da proposta de Estatuto do futuro Instituto do Patrimônio Cultural do Espírito Santo (IPACES), questionando a estrutura de cargos e a ausência de vagas para geógrafos em concurso.

Dourados – tem participado de articulação em defesa da realização de uma reforma política (Comitê de Defesa Popular); participaram na V Mostra Nacional de Produção Visual Independente ligada ao Ministério do Meio Ambiente; fizeram nota junto com o GT de Questão Indígena em solidariedade ao povo Gurarani Kaiowá.

Campinas – publicaram mais uma edição do Boletim Campineiro de Geografia; estão junto aos professores da rede organizando o IV Encontro Regional de Professores de Geografia, em setembro.

São João Del Rey – organizou a recepção de calouros junto ao C.A.; estão tentando articular junto à AGB BH um debate sobre a copa até junho.

Alfenas – é Seção nova; realizaram um Café Geográfico na UNIFAL, e estão programando o segundo; estão participando da organização do SIMGEO (Simpósio Mineiro de Geografia), articulando-se com a seção São João Del Rey.

João Pessoa – aponta um problema de desarticulação da diretoria (quase todos os membros estão dando aula em diferentes municípios do interior); participaram da organização do SINAGEO; realização de atividade em Guarabira; pretendem realizar um pré-CBG.

Aracaju – informa a dificuldade de manutenção da Local por falta de militantes, o que foi agravado desde que perderam a sede na universidade; vão estabelecer um debate com os associados, e consideram inclusive a possibilidade de dissolução da Seção Local.

Cuiabá – parceria em vários eventos do Departamento e do CA; estão organizando um pré-CBG; participa do conselho municipal de Várzea Grande (município conurbado com Cuiabá); não tem sede.

Maringá – estão pensando em estratégias de formação de novos quadros para a militância, e tem pensado a relação com os movimentos sociais; estão ministrando cursos de Quantum Gis (software livre) aplicados a lutas sociais como forma de captação de recursos e formar militantes.

Londrina – fizeram aula magna de recepção de calouros; estão organizando evento do dia do geógrafos; parceria com o CA de Geografia e fizeram mini-curso de formação em geografia política (1ª etapa, a 2ª vai ser no segundo semestre); estão participando da organização de semana de geografia em Cornélio Procópio; Semana de Geografia de Londrina em agosto; mesa redonda sobre a articulação dos CAs da UEL; tem representante no conselho da cidade, onde estão agora enfrentando a tentativa de cassação pelo prefeito da cidade; tem representação no CMDRS pela profa. Eliane Tomiasi.

Rondon – palestra com Dirce Suertegaray sobre a questão ambiental e o papel da AGB; estão organizando palestra do Yure sobre o Conselho das Cidades; publicaram número da revista Geografia em Questão; nota de apoio à greve dos professores da rede estadual.

Niterói – estão construindo um pré-CBG (GT de Ensino); dia do geógrafo na UERJ São Gonçalo (GTs de Urbana e de Ensino); estão retomando o Sábado é dia de Cinema, atividade voltada para os pré-vestibulares populares; apoiaram a Jornada da Reforma Agrária na FFP/UERJ.

Rio de Janeiro – também sofre a questão da precariedade da sala; atividades em faculdades na Zona Oeste do Rio de Janeiro; proposta de atividades do dia do geógrafo (na UERJ, na UFRRJ e na UFRJ).

 

2. Prestação de contas e Política Finaceira

Ementa – Nesse ponto de pauta será apresentada a prestação de contas da Diretoria Executiva Nacional da AGB para aprovação. 

Aprovada sem restrições.

 

3. Comunicações

Ementa – Dificuldades e êxitos na divulgação do AGB em Debate via mala direta.

 

São João Del Rey reclama que mensagens enviadas para a DEN não tem sido respondidas;

Aracaju argumenta que o envio de mala direta da DEN para os associados pode enfraquecer as Locais;

Aberto o debate, foram formuladas e aprovadas por consenso as propostas de

  1. utilizar os endereços do CBG para iniciar a constituição de uma mala direta;

  2. enquanto não houver essa mala direta, as informações devem ser enviadas para as Seções Locais;

  3. que essa informação dos endereços eletrônicos dos associados do sistema do CBG seja enviada para as Locais.

 

4. Publicações

Ementa: Situação da Terra Livre.

 

Informada a situação da Terra Livre: as TLs 39 e 40 estão prontas, com os textos revisados e capas prontas e está sendo feita cotação de preços para a editoração e impressão; os textos da TL 41 estão em fase de avaliação por pareceristas; a TL 42, número especial dedicado ao CBG, está em fase de elaboração de textos.

 

5. CBG

Ementa –Andamento dos trabalhos das comissões do CBG: (I) Comissão Local do CBG (Vitória); (II) GTs (Rio, Niterói, Catalão, Aracaju e Recife); (III) ESCs (Dourados, Presidente Prudente); (IV) TCs (Vitória e Belo Horizonte e São Paulo); (V) MRs (São Paulo e Campinas); (VI) Infraestrutura (Vitória e Belo Horizonte); (VII) Alojamento (Vitória, Belo Horizonte); (VIII) Monitoria (Belém, Marechal Cândido Rondon, Vitória e São Luiz); (IX) Comunicação e Ouvidoria (Juiz de Fora, Vitória, Belo Horizonte, São Luiz); (X) Atividades Culturais (Vitória e Recife); (XI) Manifestação (Vitória, Maringá, São Paulo e São Luiz); (XII) Identidade Gráfica (Curitiba, Belo Horizonte); (XIII) EDPs (Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba); (XIV) Fórum de Editores de publicações da AGB (Coletivo de Publicações da DEN).

 

Ponto foi colocado para o final, aguardando a chegada de mais Locais.

 

6. Relação AGB-Estado

Ementa - Andamento dos processos de regularização das Seções Locais.

 

Londrina conseguiu se regularizar.

Presidente Prudente também se regularizou.

Cuiabá só falta a situação junto à Receita Federal.

Maringá está com CNPJ ok, só faltam as assinaturas para regularização no cartório.

João Pessoa está sem dívidas, e quer assessoria do advogado e contadora.

Rio de Janeiro não tem registro, nem pretende ter.

Aracaju continua sem querer se registrar.

São João não tem registro, pois é uma Seção nova e pequena.

Alfenas também não tem, é Seção nova.

Niterói não alterou o quadro, só falta a adequação no estatuto.

Campinas está encaminhando a regularização em cartório (já tem as assinaturas, advogado, etc.)

Dourados está totalmente regular.

Vitória vai dar entrada no cartório, conseguiu as assinaturas só ontem, e acredita que em 30 dias esteja regularizada junto ao cartório e à Receita Federal.

Rondon não está regularizada, mas está em processo.

 

7. Relação Locais-Nacional

Ementa – Informes sobre acompanhamentos, pela DEN, de mobilizações para fundação ou refundação de seções. Questões propostas pelas Locais.

 

Aracaju informa que há uma cidade em Alagoas querendo fundar uma seção local.

Cuiabá está articulando com Barra do Graças, que pretende montar uma seção lá.

Rondon informa que há pessoas querendo criar uma local em Foz do Iguaçu, ligada à UNILA.

João Pessoa informa que tem um grupo em Guarabira, mas são poucas pessoas para criar uma Seção.

Rio de Janeiro informa que está sendo formado um núcleo na Zona Oeste da cidade, em Campo Grande.

 

  • Territorialidade x Dinâmica de organização das Locais

Debate sobre as associações para o CBG; muitos associados procurando outras Locais, via internet. Rondon reclama que associados da cidade estão procurando Francisco Beltrão porque a anuidade é mais baixa. Campinas teve casos de pessoas de outras Locais tentando se associar lá, mas como não tinha o número da conta na página, todos eram obrigados a entrar em contato por telefone ou email, e então era feita uma triagem.

 

8. Assuntos Profissionais

Ementa – Informe da Representação da AGB no Sistema CONFEA-CREAS. Informes das Locais.

 

Informe sobre o descredenciamento temporário da Seção Curitiba no CREA-PR, e sobre a nota explicativa emitida pela Local.

Debate sobre a relação da AGB com o Sistema CONFEA/CREAs.

Destaques do debate:

  • Análise da conjuntura, marcada pela dificuldade do Sistema de lidar com as mudanças da LDB de 1996, que substituiu o currículo mínimo por diretrizes curriculares, flexíveis. Isso tirou a garantia da relação entre a formação inicial e as atribuições plenas que o Sistema dava para os profissionais credenciados de cada profissão. O Sistema ficou anos debatendo até criar a Resolução 1.010 em 2005, mas ela está suspensa neste ano de 2014.

  • Fato novo nestes quase 20 anos desde a LDB é a saída dos arquitetos do Sistema e a criação de conselho próprio, o CAU. Isto coloca no cenário atual uma disputa corporativa entre os conselhos por atribuições, ou melhor, por exclusividade nas atribuições, sobretudo no campo da construção civil (que mobiliza muitos postos de trabalho para engenheiros e arquitetos e potencialmente muito dinheiro para os Sistemas, tanto o CONFEA/CREAs quanto o CAU). Nesta disputa por atribuições, o CAU vem adotando uma postura agressiva, e esta postura também se estende para atribuições que poderiam ser executadas por geógrafos e outros profissionais, como a coordenação de Planos Diretores e outras no planejamento urbano. Ou seja, estamos diante agora de duas forças em disputa corporativa, campo no qual sempre perderemos.

  • A AGB está numa situação complexa neste quadro. Perdemos na relação institucional com o Sistema CONFEA/CREAs – já perdíamos nas disputas internas quando éramos credenciados, e as normas de credenciamento mais rígidas recentes nos afastaram ainda mais do Sistema. Por outro lado, temos atuado muito no campo do urbano, tanto no debate sobre as cidades (que estão em pleno processo de reconfiguração) quanto da construção das políticas públicas para elas. Neste terreno, temos grande legitimidade política, e em diversos momentos somos valorizados e reconhecidos (enquanto profissionais e enquanto entidade), inclusive fazendo alianças com profissionais e entidades de arquitetura e engenharia. Entretanto, esses mesmos que são aliados nossos em termos de projeto de cidade e de política urbana, são os mesmos que optam por disputas corporativistas sectárias, com claros prejuízos para nós.

  • Pela legitimidade política neste campo, foi apontado que a representação junto ao Sistema CONFEA/CREAs deve buscar potencializar mais esse capital político da AGB neste terreno de interlocução política com estas entidades e os Sistemas. Dialogar mais com as atuações dos GTs da entidade - não apenas de Urbano, mas também de Assuntos Agrários e outros. O trabalho político que os GTs (locais e articulações nacionais) vem realizando vem tendo grande reconhecimento por outras entidades e esferas do setor público, o que cacifa politicamente a entidade para um novo diálogo com os Sistemas nas disputas corporativistas que eles empreendem. Isto pode ser uma diretriz para atuação de nossa representação neste e nos próximos mandatos.

 

9. Grupos de Trabalho

Ementa – Relatos dos GTs.

  • Relatos dos GTs.

Prudente – 2 GTs, um sobre direitos humanos (junto a movimentos sociais com o MST); GTEducação, organizou Curso Pré-Universitário Rosa Luxemburgo; tem buscado aproximação com a APEOESP e os professores do ensino básico; tem buscado oferecer cursos de SIG e ARC-GIS para estudantes de graduação;

Dourados: GTIndígena – nota de apoio à luta dos Guarani-Kaiowá; acompanhamento das lutas indígenas na região; estão debatendo a refundação do GTAmbiente;

Campinas: GTUrbana – fórum com a OAB Campinas debatendo a revisão do Plano Diretor; GTEnsino em discussão;

São João: sem GT; estão debatendo a criação de um GT de Gênero;

Alfenas: GTAmbiente e GTEnsino em discussão;

João Pessoa: GTAgrária sem reuniões;

Aracaju: GTUrbana, participando do Forum de Reforma Urbana; GTAgrária com reuniões

Cuiabá: sem GTs; discussão da criação de GTs de Agrária/Urbana, Ensino, Assuntos Profissionais e Meio Ambiente

Maringá: GTUrbana fazendo discussões teóricas e debatendo o Plano Diretor; GTEnsino debatendo a reformulação do projeto pedagógico do Curso de Geografia; GTAgrária em construção; GT de Assuntos Profissionais como intenção;

Londrina: não tem GTs;

Vitória: GTs parados em função do CBG;

Rondon: não tem GTs; participa da articulação do GTIndígena;

Niterói: GTEnsino debatendo precarização da educação e fazendo atividades Pré-CBG com os temas do eixo de Ensino – uma já ocorreu na FFP/UERJ, outra vai ser realizada em Campos e outras três na UFF, FFP/UERJ; GTUrbana tem debatido transformações urbanas e transporte em Niterói – MR na UFF sobre CPI dos Transportes em Niterói; GTAgrária junto com Rio;

Rio de Janeiro: rearticulação do GTEnsino com reuniões nas escolas públicas; GTs Ambiente e Urbana parados; GTAgrária junto com Niterói – relatório sobre a Barragem do Guapiaçu, acompanhamento do conflito do Porto do Açu, Dossiê Minas-Rio, do participação no Encontro Nacional de Agroecologia e Oficina de Formação.

 

  • Maringá indagou acerca da possibilidade de utilização de estágios nos GTs da AGB como carga horária de estágio curricular.

AGB-Vitória informou que já teve esta prática. Foram levantados prós (possibilidades de aglutinação e formação de militantes para a AGB, de formação crítica sobre atuação profissional para estudantes de graduação, sobretudo junto a movimentos sociais) e contras (possibilidade de criação de mercados de carga horária, relação utilitarista com o estar na AGB tanto para estudantes quanto para professores e departamentos, risco de burocratização da entidade, entre outros). Não houve deliberação acerca deste ponto, portanto as Locais tem autonomia para definir o modo de funcionamento de seus GTs.

 

10. Relação da AGB com outras entidades e com os encontros setoriais

Ementa – Informes, pela DEN e pelas Seções Locais, de gestões junto a outras entidades e encontros setoriais. Questões propostas pelas Locais.

 

Anpege pediu espaço para reunião dos coordenadores dos Programas de Pós-Graduação no CBG. Diante de discordâncias a respeito a proposta foi votada, com o seguinte resultado: Sim – 12 votos; Sim, desde que a reunião seja aberta a todos os Congressistas – 1 voto; 1 Abstenção. Será comunicado à Anpege a disponibilidade de uma sala para a realização da reunião.

 

 

11. Estatuinte

Ementa – Informes acerca do andamento dos debates sobre reforma estatutária nas Seções Locais. Deliberação acerca da realização de Assembleia Estatuária durante o VII CBG.

 

Locais informaram que não debateram ou o fizeram, mas não elaboraram proposta.

Decidiu-se, por consenso, que não haverá Assembleia Estatutária durante o VII CBG.

 

5. VII Congresso Brasileiro de Geógrafos

 

  • Andamento dos trabalhos das comissões do CBG

(I) Comissão Local do CBG (Vitória) – Reuniões quinzenais; 10 pessoas;

(II) GTs (Rio, Niterói, Catalão, Aracaju e Recife) – 8 propostas;

(III) ESCs (Dourados, Presidente Prudente) – 23 Propostas (?);

(IV) TCs (Vitória, Belo Horizonte e São Paulo) – 14 propostas;

(V) MRs (São Paulo e Campinas) – falta elaborar algumas ementas (6); 6 convidados não responderam ou não conseguimos contato; 58 confirmados; 1 substituição já feita; 1 participação proposta pela internet;

(VI) Infraestrutura (Vitória, Belo Horizonte e Alfenas) – 14 espaços para MRs no Campus Goiabeiras (1 auditório para 250 pessoas no CCJE; 2 Auditórios para 120 pessoas nos IC2 e IC4; 1 Auditório para 110 pessoas no CT; 1 Auditório para 150 pessoas no CEFD; 1 Cinema para 120 pessoas; 6 Miniauditórios para 90 pessoas, sendo 3 no IC2, 2 no CT e 1 no CCJE; 2 Anfiteatros para 120 pessoas no Anexo do IC2); outras possibilidades seriam o Teatro do IFES com 250 pessoas (30 minutos de ônibus); 2 Auditórios para 120 e 160 pessoas no Campus Maruípe (20 minutos de ônibus) e aluguel de espaços próximos ao Campus Goiabeiras (Colégio Darwin – 262 lugares – R$ ?; Emescan – 500 lugares – R$ 4.500 por noite; Sesi – 300 – R$ lugares); 156 salas para EDPs; RU não está confirmado o preço (proposta de R$ 1,50) – 1.500 refeições;

(VII) Alojamento (Vitória, Belo Horizonte) – Arena Vitória – o contrato para alojamento e abertura foi assinado em R$ 80 mil, mas com os adicionais (som, etc.) pode chegar perto de R$ 100 mil; reformas ainda não começaram; alvarás e solicitações aos órgãos públicos encomendados a despachante; manual na página; inscrições para alojamento ainda não começaram;

(VIII) Monitoria (Belém, Marechal Cândido Rondon, Vitória, São Luís, Cuiabá e Londrina) – 92 de Vitória – prazo até 15/06 para acertarem a inscrição; 5 por Local;

(IX) Comunicação e Ouvidoria (Juiz de Fora, Vitória, Belo Horizonte, São Luís e São João) – muitos problemas nos últimos dias do prazo dos EDPs;

(X) Atividades Culturais (Vitória e Recife) – 15 bancas de Livreiros no Corredor do Elefante Branco; Cineclube – Sessões de 12 às 14h e 18 às 20h; Tenda Cultural em frente à Reitoria (400 metros quadrados) das 12 às 14h – Grupos Tradicionais Capixabas – Ticumbi (Conceição da Barra); Jongo (Itaúnas); Caxambu (Alegre) confirmados; Folia de Reis, Boi Pintadinho e Banda de Congo a confirmar – R$ 15.000; Abertura – R$ 15.000 para som, iluminação, banda e cadeiras;

(XI) Manifestação (Vitória, Maringá, São Paulo e São Luiz) – Aula pública e passeata;

(XII) Identidade Gráfica (Curitiba, Belo Horizonte) – folder e cartazes disponíveis;

(XIII) EDPs (Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba) – Cronograma atrasado; 700 sem pagamento; triagem iniciada; 2420 resumos enviados; Prazo do Trabalho Completo precisa ser repensado;

(XIV) Fórum de Editores de Publicações da AGB (Coletivo de Publicações da DEN, Campinas, Presidente Prudente) – levantamento iniciado; pauta em construção; 12 periódicos, sendo 2 inativos.

 

  • Debates e deliberações derivados dos informes

 

  1. GTs

  • Diante do reduzido número de GTs propostos Foi apresentada a proposta de realização de Cine-Debates, Oficinas e ESCs paralelamente aos GTs. A proposta foi votada, com o seguinte resultado – Sim – 1 voto; Não – 11 votos; Abstenções – 3 votos; Não haverá atividades paralelas aos GTs.

  • Prazo para a Comissão de GTs do CBG articular com as Locais novas propostas de GT – 30/06.

 

  1. ESCs

  • Foram enviadas 23 propostas.

  • Prazo para a Comissão analisar – 31/05.

 

  1. TCs

  • Novo cronograma: Inscrição de 08/06 a 30/06 com pagamento pela página do CBG.

  • Valor das inscrições: foram apresentadas propostas de Taxa única para os TCs que tiverem custo e sem taxa para os TCs sem custo – 3 votos; Taxa diferenciada com 2 faixas, uma para os TCs sem custo e outra para os com custo – 12 votos; Taxa Mínima – por consenso, foi definido que será de R$ 5,00; Teto (13 votos) ou Sem Teto (1 voto); 1 Abstenção; Teto de R$ 20,00 (7 votos) ou R$ 15,00 (6 votos); 2 abstenções; portanto, haverá taxas 2 para os TCs – R$ 5,00 para os TCs sem custo e no máximo R$ 20,00 para os com custo.

  • 15 dias para definir o orçamento e o valor da Taxa para os TCs com custo.

 

  1. MRs

  • Falta elaborar algumas ementas – Comissão tem até o dia 30/06 para resolver o problema.

  • 6 convidados não responderam; 30/05 como prazo para resposta;

- MPL/SP (AGB-SP vai fazer o contato)

- GTIndígena indica substituto para o Marcos Tupã.

  • 2 não conseguimos contato – Maringá e São João têm o contato.

  • 1 recusa (Catherine Walsh, por problemas familiares) sem suplente – Indicadas – Mirla Cisne (1º) ou Nalu Farias (2º).

  • 1 proposta de participação pela internet de Gilberto Câmara (motivo: está na Alemanha, mas quer participar, e a mesa é sobre novas tecnologias)– Sim, chamando o 1º suplente também – 9 votos; Não – 2 votos; Abstenções – 3 votos; Aprovada a participação pela internet e o convite para o Suplente.

 

  1. Infraestrutura

  • Espaços para MRs – diante da insuficiência dos espaços do Campus Goiabeiras, decidiu-se buscar espaços externos ao Campus Goiabeiras, de preferência gratuitos, mas podendo ser pagos; meta é chegar a 2000 lugares –– Vitória e DEN decidem quais os espaços serão utilizados.

  • Salas para EDPs: tamanho e equipamentos estão sendo verificados.

  • Pagamento para funcionários responsáveis pela liberação de salas, auditórios e equipamentos: R$ 100 por dia x 13 = R$ 1.300 x 5 dias = R$ 6.500.

  • RU não está confirmado o preço (R$ 1,50 ou R$ 4,50) – 1.500 refeições – custo de funcionários indefinido – negociação precisa ser fechada;.

  1. Atividades Culturais

  • Rever os custos da Abertura e precisar melhor os gastos da atividade cultura

  • Editora Abril fez contato propondo uma parceria durante o CBG; RGC decidiu por consenso rejeitar a parceria.

 

  1. Comunicação e Ouvidoria

  • Enviar mensagem após a conclusão da checagem dos aceites avisando os Congressistas do término da emissão dos mesmos.

 

  1. Alojamento

  • Inscrições e pagamento serão feitos pela página do CBG, entre 01/06 a 10/07.

 

  1. Monitoria

  • Prazo até 15/06 para os Monitores de Vitória que não se inscreveram acertarem a inscrição com o valor antigo.

  • Sem Limite de indicação de Monitores por Local.

  • 400 monitores (2 por EDPs) – 5 votos; 250 monitores (1 por EDP) – 9 votos; 1 Abstenção; serão 250 monitores, sendo 1 por EDP e os demais distribuídos pelas outras atividades, com jornada de 20 horas de trabalho.

  • Prazo para as Locais fazerem a indicação de monitores – 30/06.

 

  1. EDPs

  • Cronograma atrasado – Prazo para os Aceites – 23/05; Prazo para os Pareceres da Comissão Científica – 15/06; Prazo do Trabalho Completo – 16/06 a 30/06.

  • 700 inscrições de congressistas sem realização de pagamento – 30/05 como prazo.

  1. Material para Congressistas

  • A ser definido de acordo com o orçamento e as exigências da UFES para circulação no Campus.

 12. Outros Assuntos

 

  • 119ª RGC – Vitória: 08 a 15 de agosto de 2014. 

História da AGB

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