Página PrincipalAtas das RGCs121ª RGC - Niterói/RJ - 06 a 08/03/2015

121ª RGC - Niterói/RJ - 06 a 08/03/2015

Associação dos Geógrafos Brasileiros - AGB
Diretoria Executiva Nacional
Gestão 2014-2016


Ata da 121ª Reunião de Gestão Coletiva da AGB - Niterói/RJ - 06, 07 e 08 de março de 2015

Seções credenciadas: Campinas; Porto Alegre; Niterói; Maringá; Rio de Janeiro; Belo Horizonte; Vitória; Juiz de Fora; Catalão; Cuiabá; e Pró-SL Rio Claro. 

Seções que justificaram ausência e enviaram contribuições: Viçosa e São Luís.

Presentes:Priscila Sousa Maldonado (Catalão), Elisa Delfino (Porto Alegre), Felipe Augusto Moreira (Maringá), Luciano Duarte (Campinas), Maria Jéssika de Oliveira (Vitória), Alessandro José Guimarães (Vitória), Raul Brandão (Catalão), Natália Guidetti (Pró Rio Claro), Gláucia Oliveira da Silva (Cuiabá), Gustavo Vitti (Pró Rio Claro), André Tinoco (Niterói), Karina Araújo da Silva (Niterói), Lucas Tavares Honorato (Niterói), Camila Gomes Alves (Rio de Janeiro), Victor Barreto Cabral (Rio de Janeiro), Derly Fontes da Silva (Belo Horizonte), Leandro Xavier da Silva (Belo Horizonte), Dayana Francisco Leopoldo (Juiz de Fora), Ricardo Antônio (Juiz de Fora), Fabrícia Costa Correa (Niterói), Natália Freire (Secretaria/DEN), Thalismar Gonçalves (Secretaria/DEN), Renato Emerson (Publicações/DEN), Flávio Palhano (Tesouraria/DEN) e Márcio Cataia (Presidência/DEN). 


1. Abertura
Aprovação da Ata da 120ª RGC com destaque de forma de Campinas; Niterói apontou que, além das questões de forma, também enviou algumas de conteúdo, solicitando esclarecimentos (1. Sobre um texto proposto a ser escrito pela Articulação de GTs, qual o caráter e função desse texto – foi esclarecido que se trata do texto publicado em novo número do “AGB em Debate”; 2. Publicações, solicitou esclarecimento sobre o termo “qualificação dos pareceristas” – foi esclarecido que se referia a “qualificação da participação”, por conta de muitos pareceristas indicados não responderem às solicitações do parecer); Belo Horizonte solicitou que retificasse o seu voto na escolha do tema do Fala Professor. A Seção votou na proposta 1, “(Qual)é o fim do ensino de geografia?”, e não na proposta 3. Sendo aprovados os destaques e com as alterações propostas feitas, foi aprovada a Ata da 120ª RGC.


2. Informes das Locais.
Porto Alegre – Realizaram a eleição da Seção Local em novembro de 2014 e fizeram a posse da nova gestão em dezembro. Tem 6 comissões funcionando: Movimento Urbano; Geografia e Ambiente, Ensino e Educação Popular, Movimento Agrário, Assuntos Profissionais e Movimento Estudantil; está organizando uma semana de Geografia e Gênero.
Tem atualmente 346 associados em 57 municípios do Estado RS. Vem tentando melhorar a comunicação com os associados através de e-mail e Facebook. Lançaram o número 41 do BGG e estão pra lançar o 42 e neste lançamento vão aproveitar e realizar um evento de para divulgação do funcionamento da AGB. 

Campinas – O GT de urbana está em funcionamento e hoje integram o Fórum de Reforma Urbana de Campinas. Estão buscando ativar o Fórum pela rediscussão do Plano Diretor, tentando articular entidades parceiras. Estão para publicar o vol. 4 do Boletim Campineiro de Geografia. A Seção Local lançou nota de pesar pelo falecimento do professor Osvaldo Sevá. Niterói – Realizaram seminário interno em fevereiro deste ano. Elaboraram um novo número
do boletim “Deriva”, até como subsídio para o seminário interno. Tem GT de ensino, urbana e
agrária em funcionamento.

Maringá – A Seção Local vem apoiando o movimento de greve dos professores no Paraná e tem feito atividades sobre a greve inclusive junto aos estudantes (p. ex., palestra com Douglas Santos). Vem participando das discussões sobre o Plano Diretor da cidade. Tem GT de ensino. 

Rio de Janeiro – Neste momento a Seção Local encontra-se sem diretoria, funcionando como comissão provisória – está marcando assembléia eleitoral para a segunda quinzena de abril. O GT de Agrária está realizando atividades sobre a barragem do Guapiaçu, em articulação com o MAB. Além do GT de Agrária, estão em funcionamento os GTs de ensino e
o de Urbana está sendo reativado. 

Cuiabá – A Seção Local está reativando o GT de assuntos profissionais, debatendo a demissão em massa de 800 pessoas pelo governador do Estado. Conseguiram junto à SEDUC uma listagem dos professores do Estado, e daqueles que tem CREA, e pretendem mobilizá-los. Estão discutindo a realização de um encontro preparatório para o Fala Professor, no dia do geógrafo – a exemplo do que foi realizado no ano passado, um Pré- CBG. 

Catalão – Estão em funcionamento os GTs de Urbana, Meio Ambiente e Educação. Tem atuado nas discussões sobre o Plano Diretor, e participando de diversos conselhos (CONDEMA, Conselho da Cidade) – vem discutindo se vale a pena participar destes conselhos. Participaram de uma mesa sobre a crise hídrica em Catalão - juntamente com a CPT, movimento estudantil e outras entidades, estão articulando um fórum pra debater estas questões. A Seção Local solicita uma nota da AGB sobre os acontecimentos políticos contemporâneos, como a perspectiva de impeachment. Vem apoiando a greve dos terceirizados da Universidade Federal de Goiás, tendo lançado uma nota de apoio aos servidores e de repúdio à postura da Direção da Universidade. Lançaram outra nota de repulsa à atuação da Direção da Faculdade de Direito da Universidade na manifestação pública realizada contra a universidade. No local de concentração do ato, com a chegada da
policia, a diretoria fechou os portões, facilitando a repressão violenta da polícia.

Vitória – A Seção Local ainda tem dificuldade para reorganizar os GTs. Na última Assembléia foi deliberada a elaboração de uma nota de repúdio ao Governo do Estado pelo cancelamento do PROEMI (Programa Ensino Médio Inovador), substituindo-o pelo Programa Escola Viva. O Projeto Escola Viva tem grande resistência por parte dos estudantes e professores em função de seus impactos negativos sobre a qualidade da educação pública. É um programa que visa implantar o modelo de Escola Integral em algumas unidades de Ensino, porém, não houve discussão com os professores e estudantes. A forma como o Governo apresenta o projeto terá impacto direto no fechamento de salas de aulas, sobretudo
para quem estuda no período noturno. Além de outros impactos, este projeto vincula-se a uma entidade privada ligada a um grande banco. 

Pró-Seção Rio Claro – Após o VIII CBG houve dois encontros. Um deles teve participação da AGB-Campinas e AGB-SP. A intenção é construir a entidade. Este ano o foco está na articulação com os professores da educação básica. Pretende-se construir articulações fora da Universidade visando o VII Fala Professor. Para estimular a participação dos professores da educação básica na AGB pensou-se na possibilidade da UNESP promover ciclos de debates.

Belo Horizonte – A Seção tem procurado renovar os seus quadros a partir do diálogo com estudantes de graduação sobre a AGB. Encontra-se em elaboração um texto sobre as ocupações na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). A Seção tem trabalhado ainda no mapeamento de ocupações da RMBH e nos impactos de políticas como o “Minha Casa Minha Vida” (MCMV). A Seção tem participado de Grupo de Estudo sobre Plano Nacional de Educação, juntamente com outras entidades, tendo ocorrido duas reuniões. A UFMG está buscando retomar a Casa dos Estudantes, onde se localiza a atual sede da AGB Belo Horizonte. Os estudantes de graduação têm lutado para manter este importante espaço autogerido na Universidade. 

Juiz de Fora – A Seção encontra-se em Assembleia Permanente, pois não foi possível eleger uma nova diretoria, revelando dificuldades da entidade na renovação de quadros. A Seção Local perdeu a sala que funcionava como Sede na UFJF. No entanto, outra sala foi disponibilizada para a AGB até meados deste ano, junto ao Instituto de Ciências Humanas, contando com o apoio do Departamento de Geografia. Ocorreu uma reunião para reestruturação do GT de Ensino. Ressaltou-se que a maioria dos membros da AGB Juiz de Fora é formada por professores da Educação Básica. A intenção é que este GT seja o ponto inicial para a construção de um Seminário de Gestão para formar a nova diretoria local. A Seção Local foi convidada para participar da Conferência do Plano de Mobilidade Urbana da Cidade. Trata-se de um Projeto com recursos do PAC (Plano de Aceleração da Economia). Dentro deste processo, outras demandas são a redução da tarifa, o passe livre para
estudantes e importância das ciclovias. Para a participação da Seção nesta Conferência foi solicitada a DEN um documento de reconhecimento da Seção Local Juiz de Fora, tendo em vista que a mesma não possui CNPJ. 

São Luís – Solicitou a inclusão do nome, endereço eletrônico, bem como do web site da AGB Seção São Luís-MA na página da AGB Nacional. Estão colaborando na realização do XI EMEG – Encontro Maranhense dos Estudantes de Geografia. Garantiram uma mesa da AGB, dentre outras contribuições relevantes. O encontro será realizado na cidade de Caxias-
MA, de 25 a 28 de junho de 2015. 

Viçosa – A Seção Local teve retorno às atividades no dia 02 de fevereiro, tendo como pauta o GT de Meio Ambiente e o retorno às atividades sobre o impacto da mineração no Rio Turvo. Discutiu-se ainda sobre a questão de reformulação do ensino médio e o Projeto de Lei 6.840, dando abertura ao GT de Educação que contará além dos estudos sobre o projeto de Lei 6.840, com o diálogo e parceria de membros externos à Seção Local e vinculados às áreas da licenciatura em humanas pela Universidade Federal de Viçosa. 

 

3. Prestação de Contas e Política Financeira
Foi apresentada a situação parcial dos recursos da AGB a partir da prestação de contas. Em função das questões burocráticas, a DEN tem dificuldades de ter acesso a suas contas. Porém, esta situação deve ser resolver até a próxima RGC. Encaminhamento: A partir da liberação dos recursos e levando-se em consideração as previsões de gastos desta gestão (Terra Livre, custos iniciais com os eventos nacionais, passagens de membros da DEN para RGCs, entre outros), a ideia é retomar as discussões sobre as deliberações do Fórum de Política Financeira ocorrido no início de 2012, em São
Gonçalo (RJ). 

 

4. Comunicações
Foram apresentadas as ações da Comunicação da DEN a partir das deliberações da última RGC (120ª). Com destaque para a retomada do AGB em Debate e a atualização da AGB Nacional.
Encaminhamentos: 1. Lançar a próxima edição do AGB em Debate com mais antecedência em relação a próxima RGC; 2. Enviar novamente o formulário da Mala Direta da AGB para a lista interseções, reafirmando a importância desta ferramenta de comunicação da entidade; 3. Articular a construção da página do Fala Professor com mesma empresa que elaborou a
página do VIII CBG. 

 

5. Publicações
Relatos de publicações das locais:
Campinas – será lançado o n. 4 do Boletim Campineiro, que está atrasado, mas será colocado em dia; o conselho científico e o editorial estão sendo atualizados.

Porto Alegre – Boletim Gaúcho em dia, lançaram o n. 42 e será lançado ainda em março o 42(2), está na plataforma SEER da UFRGS 

Niterói – tem perspectiva de reativar a Revista Fluminense de Geografia; tem o informativo Deriva, que acaba de ser lançado em nova edição;

Maringá – estão atualizando o site para alocar mídia e outros materiais; e como a gestão é nova, estão organizando uma sede e ainda não possui publicações; 

Rio de Janeiro – não tem publicações

Vitória – tem indicação de nome para participar do fórum de editores; mantém as indicações para o conselho da Terra Livre (Flávio Palhano e Raquel Daré). 

Juiz de Fora – não tem publicações 

Catalão – não tem publicações; pretendem fazer um boletim informativo, mas faltam pernas; 

Cuiabá – não tem publicações

São Luís – estão dispostos em colaborar com a Revista Terra Livre. Solicitam esclarecimentos sobre o Conselho Editorial. No Planejamento de ações da Seção Local pretende-se criar/fundar a Revista Ludovicense de Geografia - RLG - que tinha previsão de lançar a 1ª Edição no segundo semestre de 2013, porém ficou para segundo semestre 2015. Essa publicação terá disponibilidade online. A Seção Local indica a Profa. Cilícia Dias dos Santos Belfort Brito para compor o Conselho Científico da Revista Terra Livre. 

Encaminhamentos: 1. Enviar comunicado de convite para as Seções Locais participarem do Fórum de Editores de Publicações da AGB; 2. Realizar diagnóstico das características dos pareceristas por área de conhecimento e informar as Seções Locais sobre possíveis fragilidades de áreas, no sentido de subsidiá-las nas indicações de nomes para compor o
Conselho Científico da Terra Livre; 3. Divulgar o Portal SERR da Terra Livre;  

 

6. XVIII Encontro Nacional de Geógrafos
Não houve candidatura das Seções Locais presentes na RGC. Via lista interseções, a Seção São Luis se colocou como candidata para sediar o XVIII ENG. As discussões se centraram na importância de um evento nacional da AGB retornar para o Nordeste. Por outro lado, também foram levantados desafios para a realização deste projeto como o tempo para realização do evento e a distância física das Seções Locais mais articuladas da cidade de São  Luis.
Encaminhamento: A candidatura da Seção Local São Luis (MA) como sede do XVIII ENG foi aprovada pela 121ª RGC, condicionada ao envio para a DEN do Pré-Projeto do evento e do documento de apoio institucional da(s) Universidade(s) a realização do evento; 

 

7. Fala Professor 2015

Relatos de Experiências (REs):

Niterói – o papel principal do Fala é de se constituir como Fórum de professores/as. O RE deve ser um espaço de encontro de professoras/es e coletivos para socializar suas experiências, como ocorreu em 2011, em Juiz de Fora. A inscrição do participante deverá ser por sub-eixo, podendo ou não enviar um resumo de seu RE. Ao se inscrever será gerado um aceite automaticamente, enquanto documento para apresentar a instituição de vinculo do participante. Cada espaço de RE deverá ter um/a provocador/a. Será produzido um documento orientador que será distribuído aos/as provocadores/as. Os/as provocadores/as serão indicados pelas Seções Locais. 

Rio de Janeiro – O resumo do RE deve ser opcional.

Belo Horizonte – Um resumo expandido obrigatório (2 laudas) e ter um aceite. É importante se pensar na figura do provocador, que pode ser indicado pelas Seções Locais ou decidido no momento de realização do RE;

Catalão – defende a importância do professor divulgar o seu trabalho no sentido de publicação. O participante deve ter um aceite e uma publicação. Resumo expandido (2 a 3 laudas). Esse tipo de publicação pode ajudá-lo a se qualificar e entrar na Pós-Graduação, por exemplo. 

Vitória – reforça a importância do aceite para o participante. Em relação a divulgação, reconhece a relevância de um espaço para a divulgação dos REs. A sugestão é construção de um Blog para divulgar os resumos dos REs; 

Campinas – é de acordo coma proposta de publicação de anais no Fala Professor para registro histórico da AGB e da geografia brasileira a partir das experiências dos professores da educação básica. E também para uso deste recurso para a formação e títulos para processos seletivos para professores. Sobre o resumo do RE, entende que o formato deve ser livre, inclusive para envio no formato de artigo científico. 

Encaminhamento: o envio de resumo do RE não será obrigatório e o formato do resumo será livre. Os REs enviados serão publicados na forma de Anais. A inscrição será realizada por sub-eixo e gerará um aceite automático para o participante. As/os provocadoras/es serão indicados pelas Seções Locais, tendo como critério a identificação e acúmulo com o subeixo.
Cada provocador/a receberá um texto orientador sobre RE.


Grupos de Trabalho (GTs):

Niterói – é um problema o GT ser realizado apenas em um momento de 4 horas. É complicado promover um debate de qualidade em apenas um momento. Proposta: realizar dois momentos dos GTs: 1- encontro dos GTs por temáticas (2 hs); 2- um encontro geral de todos os GTs, como um Fórum de GTs. 

Rio de Janeiro – é importante a realização do Fórum de GTs durante o Fala Professor.Proposta: que seja realizado dois momentos nos GTs: 1- GTs temáticos; 2- Fórum de GTs e plenária dos GTs;

Belo Horizonte – considera mais proveitoso para a qualidade das discussões que o espaço dos GTs seja realizado em dois dias.

Catalão – questiona como os GTs se dialogariam no Fala Professor, tendo em vista que o foco do evento é na educação e ensino de geografia.

Encaminhamento: esta atividade foi ampliada no VII Fala Professor. Segundo os ajustes aprovados na programação, os GTs serão realizados no dia 10/10 pela manhã e 12/10 também pela manhã. No primeiro momento, os GTs se reunirão por afinidades temáticas (urbana, agrária, ambiente, educação etc). No dia 12/10, todos os GTs se reunirão com intuito de socializar os relatos e construir propostas para a entidade. A proposta dos GTs no Fala Professor é que as discussões girem entorno da problemática da educação e do ensino de geografia. Neste sentido, é importante as Seções Locais e os GTs realizarem estas reflexões.

Valor da inscrição:

Niterói – tendo o financiamento, a inscrição do evento deve ser a mais barata possível. Propostas: Professores da educação básica e estudantes: R$ 35,00 (1), R$ 50 (2) e R$ 75(3); Professores universitários: R$ 70,00(1), R$ 100,00 (2) e 150,00(3); Não Associados: R$150,00(1), R$ 250,00 (2) e R$ 350,00(3). 

Rio de Janeiro – devem-se repetir os valores do último Fala Professor; 

Vitória – o valor da inscrição deve garantir a política de acessibilidade da AGB. Para tanto, é importante a garantia da alimentação e do alojamento; 

Encaminhamento

Valor da inscrição, períodos e categorias:



Diálogo de Abertura:

Niterói – além da AGB e do professor de educação básica, o terceiro integrante da mesa também deve ser geógrafo. Sugestão de provocador: Eduardo Maia;

Rio de Janeiro – que o professor de educação básica seja de Goiás (local) e indica a Professora Cristina Miranda (UFRJ) como convidada. 

Belo Horizonte – sugere o professor Ricardo Antônio (AGB Juiz de Fora) para o diálogo de abertura na condição de professor de geografia da educação básica; 

Encaminhamento – Provocador da AGB será Eduardo Maia (AGB-Rio). O Professor de Educação Básica será indicado pela Seção Local Catalão. O terceiro participante da Mesa será definido na próxima RGC, tendo como critério inicial também ser geógrafo(a). 

Comissões do Fala Professor:

Os delegados presentes indicaram suas Seções Locais em algumas Comissões. Porém, a confirmação será realizada posteriormente, após as Assembléias das Seções Locais. 


Programação do evento:

Foram aprovados ajustes na programação do evento. O credenciamento terá início as 12h e a atividade dos Grupos de Trabalho (GTs) terá mais um momento, que será realizado na manhã do dia 12/10. Com isso, a plenária final foi transferida para a parte da tarde, tendo início às 14h e o teto para encerramento às 20h.



Arte do Fala Professor:

Foram enviadas apenas duas propostas de Arte para o Fala Professor. Elas foram apresentadas à RGC. Porém, ambas não foram aprovadas, pois não dialogavam minimamente com o tema do evento.
Encaminhamento: Foi prorrogado o envio de propostas de arte para o VII Fala Professor, uma vez que as propostas apresentadas na 121ª RGC não foram aprovadas porque não dialogavam com o tema do evento. O prazo para envio de novas propostas foi prorrogado até o dia 21/03. A definição da arte do VII Fala Professor ocorrerá por votação na lista interseções entre os dias 21 e 28/03. 

 

8. Relação AGB-Estado

Cuiabá – a diretoria nova vem encontrando dificuldades nos trâmites burocráticos (conta, etc.). Descobriram o antigo CNPJ e agora vão buscar meios para ser regularizar. 

Porto Alegre – pendência com a receita federal, mas resolveram o registro da nova diretoria em cartório e o acesso à conta corrente.

Rio Claro – Solicita à DEN contato com a contadora para averiguar se já existe algum CNPJ da entidade. 

São Luís – A SL tomou conhecimento que tem CNPJ, estão trabalhando para regularizá-lo junto a Receita Federal, bem como registrar o Estatuto que passou por reformulação. E estão em discussão para auxiliar na refundação da AGB Seção Imperatriz-MA e fundação da AGB Seção Caxias-MA. 

 

9. Relação Locais-Nacional
Não houve registros de locais solicitando regularização junto à DEN, e nenhuma Seção Local se pronunciou sobre esse tema na RGC. Diante da não existência de manifestações de Seções Locais, foi iniciado um debate político sobre a conjuntura da entidade (burocratização do funcionamento, concentração de esforços na organização de eventos), a situação atual das Seções Locais (concentração regional, enfraquecimento de Seções) e o papel da DEN. 

 

10. Grupos de Trabalho
Porto Alegre – Movimento urbano: está participando do movimento “chega de demolições em Porto Alegre” e acompanha a luta pelo direito à moradia; 

Niterói – GT de Ensino e atividades conjuntas com a AGB Rio no GT de Agrária. 

Maringá – estão retomando a continuidade do GT de Ensino e a consolidação do GT de Assuntos Profissionais.

Rio de Janeiro – GT de Ensino vem se articulando debatendo a proposta curricular de ensino médio de extinguir as disciplinas e operar com áreas; GT Agrária vem produzindo e distribuindo materiais sobre as grandes obras no Estado, e agora fizeram com o MAB um vídeo sobre a barragem do Guapiaçu (em Cachoeiras de Macacu), realizando atividades em
diversos lugares. Proposta de exibição do vídeo feito pelo MAB na RGC, com a participação de um representante do movimento, que se dispôs a vir à RGC para fazer o diálogo. 

Cuiabá – GT de Assuntos Profissionais em formação; esperam criar outros. 

Catalão – Urbana tem se reunido para produzir texto (esperam publicar na Terra Livre), tem participado de discussões sobre o Plano Diretor, das licitações de transporte coletivo da cidade defendendo a municipalização do transporte coletivo, debate sobre a crise da água (com episódios de violência), sobre a poluição atmosférica, sobre impactos da mineração etc.
O GT Educação (que se desdobra em Educação e Gênero) vem se articulando na construção do Fala Professor.

Viçosa – a Seção Local retornou às atividade do GT Meio Ambiente, com indicativo de início da elaboração do documento que relata os impactos da possível passagem do mineroduto (Empresa Ferrous) pelo Rio Turvo. No dia 03 de março após uma reunião para se discutir sobre às questões que permeiam o projeto de Lei 6.840 e a reformulação do Ensino Médio, demos início à abertura do GT de Educação em nossa seção local, tendo como proposta inicial reuniões semanais para reflexões sobre o tema e a busca de diálogo com outros membros relacionados à área de educação na cidade de Viçosa, além de diálogos e parcerias já estabelecidas com professores e estudantes da área de humanas da UFV, afim de fomentar para o próximo mês um Fórum de debates entorno do tema, envolvendo os pensadores da área de Educação, Sociologia, História e Geografia da Universidade Federal de Viçosa e os professores da rede básica de ensino. Para além dessas ações, se tentará trazer ao Fórum, o deputado Federal Reginaldo Lopes, proponente da a Lei 6.840. 

 

11. Relação da AGB com outras entidades e com os encontros setoriais
Mesa na SBPC sobre a reforma curricular do ensino médio – A DEN encaminhou proposta de mesa, composta por Douglas Santos, Marcos Couto e Jorge Barcellos. Foi proposto que as falas destes palestrantes sejam compreendidas como falas de representação da entidade, subsidiadas pelos posicionamentos dos GTs de ensino. Niterói ficou com a função de provocar GTs e Seções Locais a fazerem a discussão e circularem seus posicionamentos, e fará a síntese para dialogar com os três palestrantes. 

Porto Alegre – A organização SIMPURB não retornou as tentativas de diálogo por parte da Articulação Nacional dos GTs de Urbana. Proposta: que a DEN entre em contato com o SIMPURB para saber o que se tratou. Dependendo da resposta do e-mail, a AGB deve se distanciar, como já vem ocorrendo em outras edições; Solicitar a Seção Porto Alegre a cópia do e-mail enviado ao SIMPURB.

 

12. Eleição do Representante Suplente da AGB no Sistema Confea-CREA
Apresentação do Relatório de atividades da Comissão da relação da AGB com o sistema Confea-Crea: A comissão sobre a relação da AGB com o sistema Confea-Crea foi composta na 120ª RGC. Suas atividades desde então foram as seguintes:
1. Divulgação de chamada para que as Seções indiquem novos representantes para a comissão até a 121ª RGC.

2. Divulgação de pesquisa realizada em 2012 sobre os geógrafos cadastrados nos Creas. O Confea disponibiliza em sua página a informação sobre o número total de cadastrados no sistema por profissão. A pesquisa divulgada pela comissão é referente não apenas ao número total de geógrafos cadastrados no Confea, mas aos geógrafos cadastrados por estado, em seus respectivos Creas. 

3. Consulta ao Confea sobre a possibilidade de a AGB voltar a ter representação no sistema. Confea respondeu que as condições para entidades pertencerem ao sistema foram normatizadas pela Resolução 1011, de 2005. A comissão entende que o parágrafo único do artigo quinto e o artigo sexto da Resolução excluem a possibilidade da participação da AGB no Confea, pois a Associação caracteriza-se como entidade federada e as entidades federadas devem ser compostas por entidades de classe vinculadas aos CREAs, e o cumprimento do artigo sexto seria contrário ao princípio de horizontalidade participativa no qual a AGB se fundamenta, na razão em que "a entidade nacional associativa deve comprovar que seu quadro de sócios com direito a votar e ser votado é composto, exclusivamente, por profissionais em situação apta no Sistema Confea/Crea."
Neste link pode ser consultada a Resolução 1011:
<http://normativos.confea.org.br/downloads/1011-05.pd f>
Estes são os artigos quinto e sexto da Resolução: Art. 5º Além das exigências relacionadas no art. 4º, a entidade nacional federada deve comprovar a filiação de, pelo menos, uma entidade de classe por região geopolítica do País. Parágrafo único. A entidade nacional deve apresentar cópias das decisões plenárias do Confea que homologaram o registro das entidades de classe nos Creas. Art. 6º Além das exigências relacionadas no art. 4º, a entidade nacional associativa deve comprovar que seu quadro de sócios com direito a votar e ser votado é composto, exclusivamente, por profissionais em situação apta no Sistema Confea/Crea, e está distribuído em, pelo menos, uma Unidade da Federação de cada região
geopolítica do País. A comissão destaca que o posicionamento da AGB sobre a questão somente pode ser legitimamente deliberado em âmbito de sua Assembleia Nacional ou de suas Reuniões de Gestão Coletiva. Assim, o parecer da comissão deve ser entendido não como um posicionamento da AGB, mas como um subsídio para a discussão nas instâncias deliberadas da Associação. A comissão destaca também que se faz necessária, para melhor compreensão do processo, que seja elaborado documento contextualizando as circunstâncias em que a AGB deixou de ter representação no Confea. Não houve candidatura para a Representante Suplente da AGB no Sistema Confea-CREA. 

Encaminhamento: A suplência da Representação da AGB no Sistema Confea-CREA continuará aberta a novas candidaturas para a próxima 122a RGC, conforme os princípios estabelecidos na105a RGC.

 

13. “Observatório da Geografia Brasileira
Porto alegre – a Seção achou interessante, mas não teve grande debate. A Seção Local se coloca a disposição para tocar o projeto, mas não sabe como. 

Maringá – não se debateu. Mas a Seção Local valoriza a questão da vídeo. Na Seção Local possui uma ilha de edição. Pretende-se promover um minicurso de produção de documentário; 

Catalão – é interessante a proposta no sentido de pensar como a AGB pode chegar até o público. A questão é técnica. Em catalão não se tem esse conhecimento técnico. 

Cuiabá – a proposta é levantar os professores que passaram pelo departamento com resultado de pesquisas. A idéia é divulgar na página da entidade; 

Niterói – entenderam a proposta. Mas a dúvida ficou na metodologia de como fazer isso, principalmente em relação ao uso de tecnologia da informação. 

Rio de Janeiro – houve uma discussão, mas ainda a dúvidas. 

Campinas – não houve discussão; 

Vitória – não houve discussão;  

Lucas (Niterói): será mais um instrumento que vai dar mais trabalho para as Seções locais; isso pode sobrecarregar as Seções;  

Lya (Niterói): concorda com Lucas. Sugere outra proposta de encaminhamento, deve-se valorizar os instrumentos que já existem como as páginas da nacional e locais e o AGB em debate; É importante que as reuniões devam ser mais problematizadoras e menos tarefeiras; 

Thalismar (DEN): é uma linguagem diferente do AGB em Debate. Outra coisa, não seria mais um trabalho, na medida em que as Seções locais e os GTs iriam propor nomes;

Lucas (Niterói): Não há necessidade de se criar mais um instrumento. Embora se reconheça que é outra linguagem.
Derly (Belo Horizonte): AGB já é esse espaço de debate. Na verdade, tem-se que fortalecer a entidade e os GTs. Não se deve criar um novo instrumento. 

Encaminhamentos: 1. Convidar Douglas a compor o CAGTs e discutir este projeto neste coletivo da DEN e levar esta proposta para a próxima RGC. Indicativo de que Douglas Santos esteja na 121a RGC; 2. filmar a mesa que será realizada na USP sobre a proposta de fusão das disciplinas de Ciências Humanas no Ensino Médio. Promover um diálogo entre os
GTs, com transmissão online. Se a experiência for exitosa, será promovido um diálogo entre os GTs como preparação para a mesa da SBPC. 

 

14. Outros Assuntos
• Apresentação do vídeo de denúncia sobre a Barragem do Guapiaçu e conversa com Leonardo, militante do Movimento dos Atingidos por Barragens - MAB e representantes do GT Agrária das AGBs Rio e Niterói sobre a indústria de barragens,
conflitos fundiários e defesa da terra e da água. Neste espaço de diálogo reforçou-se a necessidade de exibir esse vídeo nas escolas e universidades como forma de sensiblização e socialização das informações já levantadas para questionar e
combater esses tipos de projetos. O vídeo pode ser acessado na página da AGB: <http://www.agb.org.br/index.php/32-uncategorised/145-video-guapiacu-um-rio-dejaneiro-ameacado>

 Tendo em vista a data em que ocorreu o último dia da 121 RGC, 08 de março (Dia Internacional de Luta das Mulheres), a associada Lya Moret, fez uma fala em defesa dos direitos das mulheres e em apoio às mulheres vítimas de violência. Na mesma oportunidade a AGB agradece a acolhida da Coordenadoria de Políticas e Direitos das Mulheres - CODIM que cedeu o espaço de sua sede para o alojamento dos participantes da 121a RGC.

 Na abertura dos trabalhos desta Reunião a SL-Niterói pensou em refletir sobre as demandas da entidade e recuperar os princípios que regem a forma de organização coletiva da entidade. Convidaram o Ruy Moreira para uma contribuição nesta análise, transformando este primeiro momento da RGC num espaço de formação política. Ruy Moreira retoma a história da criação das RGCs e analisa que este formato de entidade que temos hoje surge de um determinado contexto histórico e que é necessário avaliar tal formato diante dos problemas que estão colocados hoje. A integra desta fala será transcrita e veiculada pela AGB. 

Próximas RGCs: 122ª e 123ª
122ª RGC
Local: Catalão – GO
Data: 05, 06 e 07 de Junho de 2015 

123ª RGC
Local: São Luis – MA
Data: 04, 05, 06 e 07 de Setembro de 2015

Diretoria Executiva Nacional
Biênio 2014-2016

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